quinta-feira 11 2014

Dusty Springfield Son of a Preacher Man





Son Of A Preacher Man

Billy-Ray was a preacher's son
And when his daddy would visit he'd come along
When they gathered round and started talkin'
That's when Billy would take me walkin'
A-through the back yard we'd go walkin'
Then he'd look into my eyes
Lord knows to my surprise

The only one who could ever reach me
Was the son of a preacher man
The only boy who could ever teach me
Was the son of a preacher man
Yes he was, he was, mmm, yes he was

Being good isn't always easy
No matter how hard I try
When he started sweet-talkin' to me
He'd come and tell me everything is all right
He'd kiss and tell me everything is all right
Can I get away again tonight?

The only one who could ever reach me
Was the son of a preacher man
The only boy who could ever teach me
Was the son of a preacher man
Yes he was, he was, Lord knows he was

How well I remember
The look that was in his eyes
Stealin' kisses from me on the sly
Takin' time to make time
Tellin' me that he's all mine
Learnin' from each other's knowing
Lookin' to see how much we've grown

And the only one who could ever reach me
Was the son of a preacher man
The only boy who could ever teach me
Was the son of a preacher man
Yes he was, he was, oh, yes he was
He was the sweet-talking son of a preacher man
I guessed he was the son of a preacher man
Sweet-lovin' son of a preacher man
Ahh, move me

Filho de Um Pregador

Billy-Ray foi um filho de pregador
E quando o seu pai ia visitar ele vinha
Quando eles rondavam e começavam a falar
Porque Billy iria me levar a pé
Através do quintal íamos andando
Então, ele olha nos meus olhos
Deus sabe a minha surpresa

O único menino que poderia sempre me atingir
Era filho de um pregador
O único garoto que nunca poderia me ensinar
Era filho de um pregador homem
Ele era, sim ele era, sim ele foi

Ser bom nem sempre é fácil
Não importa o quanto eu tentei
Quando ele começou a falar docemente comigo
Ele chegou e me disse tudo está bem
Ele me beijou e disse tudo está bem
Posso fugir novamente hoje à noite

O único menino que poderia sempre me atingir
Era filho de um pregador
O único garoto que nunca poderia me ensinar
Era filho de um pregador homem
Ele era, sim ele era, sim ele foi

Como bem me lembro
O olhar que estava em seus olhos
Roubar beijos de mim
Ter tempo para ganhar tempo
Dizendo-me que ele é todo meu
Aprender com a conhecer uns aos outros
Olhando para ver o quanto teríamos crescido

O único menino que poderia sempre me deslocar
Era filho de um pregador
O único menino que poderia sempre me noivar
Era filho de um pregador
Ele era, sim ele era, sim ele foi
Ele era o filho de fala doce de um pregador
Achei que ele era filho de um pregador
Doce amado filho de um pregador
Ahh, mova-me

'Aula de crime': MPF denuncia 36 na Operação Lava Jato

Lava Jato

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot classificou o teor da denúncia como 'aula de crime'. Ações penais cobram devolução de R$ 1,1 bilhão

Daniel Haidar, de Curitiba
Coletiva de imprensa da Polícia Federal com informações sobre a Operação Lava Jato em Curitiba - 14/11/2014
(Atualizada às 20h)
O Ministério Público Federal apresentou nesta quinta-feira denúncia contra 36 investigados na Operação Lava Jato da Polícia Federal. Dessa lista, 23 são executivos ligados a seis grandes empreiteiras do país – Camargo Corrêa, Galvão Engenharia, Engevix, OAS, UTC e Mendes Junior –, que integravam o chamado "Clube do Bilhão", o cartel formado para partilhar contratos públicos. Inicialmente, o Ministério Público havia divulgado apenas 35 denunciados, mas o número foi retificado para 36.
Também foram acusados o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, pivô do maior esquema de desvios e lavagem de dinheiro já descoberto no Brasil. Os dois assinaram acordos de delação premiada e prestaram uma série de depoimentos às autoridades em troca de possível redução da pena pelos crimes praticados.
Conforme as palavras do procurador Deltan Dallagnol, que integra a força-tarefa do Ministério Público no Paraná, afirmou que as denúncias anunciadas hoje "são apenas o primeiro pacote": abarcam somente o desvio de 286 milhões de reais da Diretoria de Abastecimento da Petrobras, no período de 2004 a 2012. São 154 acusações de crimes de corrupção e 105 de lavagem de dinheiro. Os procuradores exigem nas ações penais a devolução de 1.186.359.417,73 de reais.
"Asseguro que novas acusações serão feitas, inclusive sobre crimes de improbidade administrativa", disse Dallagnol. Os próximos "pacotes" de denúncias deverão contemplar crimes ocorridos em outras áreas da Petrobras, como a Diretoria de Serviços, comandada por Renato Duque, solto na semana passada.
Chefe do Ministério Público, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acompanhou o anúncio em Curitiba e referiu-se ao conteúdo das denúncias como "uma aula de crime". "Essas pessoas roubaram o orgulho dos brasileiros”, afirmou. "A complexidade dos fatos nos leva a intuir a dimensão desta investigação. Seguiremos de forma serena e equilibrada, mas de forma firme e contundente. Cada pessoa, pela disposição legal, responde pelo ato que praticou. Esta investigação chegará até o final dela", completou.

'O primeiro pacote'

ALBERTO YOUSSEF
doleiro e principal operador do petrolão

PAULO ROBERTO COSTA
ex-diretor de Abastecimento da Petrobras

WALDOMIRO DE OLIVEIRA
empregado de Alberto Youssef, dono da MO Consultoria

CARLOS ALBERTO PEREIRA DA COSTA
advogado e gestor das empresas de Youssef, como a GDF Investimentos

JOÃO PROCÓPIO J. P. DE ALMEIDA PRADO
“laranja” de Youssef em contas no exterior

ENIVALDO QUADRADO
empresário dono da Bonus-Banval

ANTÔNIO CARLOS FIORAVANTE B. PIERUCCINI
advogado

MÁRIO LÚCIO DE OLIVEIRA
funcionário de Alberto Youssef

MARCIO ANDRADE BONILHO
executivo da Sanko

ADARICO NEGROMONTE FILHO
irmão do ex-ministro das Cidades
Mário Negromonte (PP)

JAYME ALVES DE OLIVEIRA FILHO
agente da PF que transportava dinheiro do bando

SÉRGIO CUNHA MENDES
vice-presidente da Mendes Júnior

ROGÉRIO CUNHA DE OLIVEIRA
diretor de Óleo e Gás da Mendes Júnior

ÂNGELO ALVES MENDES
vice-presidente da Mendes Júnior

ALBERTO ELÍSIO VILAÇA GOMES
executivo da Mendes Júnior

JOSÉ HUMBERTO CRUVINEL RESENDE
executivo da Mendes Júnior

RICARDO RIBEIRO PESSOA
presidente da UTC

JOÃO DE TEIVE E ARGÔLO
executivo da UTC
SANDRA RAPHAEL GUIMARÃES
executiva da UTC

DALTON DOS SANTOS AVANCINI
presidente da Camargo e Corrêa
JOÃO RICARDO AULER
presidente do Conselho de Administração da Camargo e Corrêa

EDUARDO HERMELINO LEITE, “LEITOSO”
vice-presidente da Camargo e Corrêa

JOSÉ ALDEMÁRIO PINHEIRO FILHO,
vulgo "LÉO PINHEIRO"

presidente da OAS

AGENOR FRANKLIN MAGALHÃES MEDEIROS
diretor-presidente Internacional da OAS

MATEUS COUTINHO DE SÁ OLIVEIRA
diretor-financeiro da OAS Petróleo e Gás

JOSÉ RICARDO NOGUEIRA BREGHIROLLI
executivo da OAS

FERNANDO AUGUSTO STREMEL ANDRADE
executivo da OAS

JOÃO ALBERTO LAZZARI
executivo da OAS

DARIO DE QUEIROZ GALVÃO FILHO
presidente e dono da Galvão Engenharia

EDUARDO DE QUEIROZ GALVÃO
diretor da Galvão Engenharia

JEAN ALBERTO LÜSCHER CASTRO
diretor presidente da Galvão Engenharia

ERTON MEDEIROS FONSECA
diretor presidente da Divisão de Engenharia Industrial da Galvão Engenharia

GERSON DE MELLO ALMADA
executivo da Engevix

CARLOS EDUARDO STRAUCH ALBERO
diretor técnico da Engevix em Osasco (SP)

NEWTON PRADO JUNIOR
diretor técnico da Engevix em Santos (SP)

LUIZ ROBERTO PEREIRA
executivo da Engevix

Como evitar e tratar a hipertensão

Ingerir pouco sal

"Diminuir o consumo de sal é a medida que causa maior impacto na redução da pressão arterial", diz o cardiologista Luiz Bortolotto, presidente do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia e diretor da unidade de hipertensão do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. A relação entre o sódio e aumento da pressão é simples de entender: como o sal retém água no organismo, ele eleva o volume de líquido que passa nos vasos — automaticamente subindo a pressão. A recomendação é ingerir no máximo 5 gramas de sal por dia — equivalente a 1 colher de chá rasa —, incluindo o dos alimentos que já têm sódio em sua composição. 

Praticar atividade física

Durante o exercício físico, principalmente os aeróbicos (como a corrida e caminhada), os músculos do corpo relaxam pela ação da endorfina, um neurotransmissor ligado à sensação de bem-estar. "A camada média do vaso sanguíneo é muscular. Quando ela relaxa, a pressão dentro dela diminui", afirma o cardiologista Miguel Moretti, do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, em São Paulo. Ademais, o exercício condiciona o sistema cardiovascular. 

Maneirar no consumo de bebida alcoólica

O consumo exagerado de bebidas alcoólicas, principalmente as destiladas, causa alterações metabólicas que podem resultar no aparecimento da aterosclerose, isto é, acúmulo de gordura na parede dos vasos. "Além disso, por ser altamente calórico, o álcool contribui para a obesidade e, consequentemente, para o sedentarismo. Esses dois fatores favorecem a hipertensão", diz Miguel Moretti. O limite de ingestão de álcool recomendado é de 30 gramas por dia para homens, equivalente a duas taças de vinho, e 15 gramas para mulheres.

Não fumar

A nicotina destrói a camada interna do vaso sanguíneo, chamada de endotélio vascular. "Substâncias presentes no cigarro provocam o estreitamento dos vasos, o que leva a um aumento da pressão do sangue dentro das artérias", diz Luiz Guilherme Velloso, cardiologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. 

Controlar o stress


O stress faz com que o corpo libere o cortisol, hormônio que estimula a contração do vaso e, consequentemente, o aumento da pressão sanguínea. Praticar atividade física e ter hábitos relaxantes pode ajudar a controlar o stress.

Ter um peso saudável

O sobrepeso e a obesidade pode ser decorrentes de outros fatores que favorecem a hipertensão, como sedentarismo, dieta rica em sal e alto consumo de bebida alcoólica. "Pessoas acima do peso têm alterações no sistema nervoso simpático e no endotélio, camada interna dos vasos. Esses fatores aumentam a pressão", diz Luiz Bortolotto.

Hipertensão afeta um em cada cinco brasileiros, diz IBGE

Doenças crônicas

Levantamento nacional também revela que 12,5% dos adultos brasileiros têm colesterol alto e 6,2% vivem com o diagnóstico de diabetes

Hipertensão: mais da metade dos idosos brasileiros com mais de 75 anos foi diagnosticado com o problema
Hipertensão: mais da metade dos idosos brasileiros com mais de 75 anos foi diagnosticado com o problema(Thinkstock/VEJA)
Um em cada cinco brasileiros é hipertenso. A prevalência do problema aumenta com a idade — a doença atinge 2,8% das pessoas de 18 a 29 anos e 55% dos idosos com mais de 75 anos. É o que revela a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), feita pelo IBGE e pelo Ministério da Saúde em 80.000 domicílios de 1.600 municípios do Brasil, entre agosto de 2013 e fevereiro de 2014.
Os dados divulgados nesta quarta-feira mostram que 40% da população adulta apresenta ao menos uma doença crônica não transmissível, como hipertensão e diabetes. Essas condições, juntas, causam 72% das mortes no país e são mais prevalentes entre o sexo feminino: afetam 44,5% das mulheres, ante 33,4% dos homens.
Dos 80.000 domicílios visitados pelo IBGE, moradores de 62.986 aceitaram responder ao questionário. Na pesquisa, os entrevistadores mediram peso, altura, circunferência da cintura e pressão dos participantes. Também foram coletadas amostras de urina e sangue de 25% deles para que um laboratório fizesse a análise. Os dados divulgados nesta quarta-feira são baseados nos relatos dos entrevistados. Uma segunda fase trará os resultados dos exames de sangue, urina e aferição da pressão arterial dos brasileiros.
Saúde cardíaca — O estudo também aponta que 4,2% dos brasileiros têm alguma doença cardiovascular, sendo que 1,5% afirmou já ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC). Um dos fatores de risco para o problema, além da hipertensão, são os níveis elevados de colesterol, que afetam 12,5% dos adultos do país. A diferença da taxa entre mulheres e homens é significativa: 15%, ante 9,7%. Já o diabetes acomete 6,2% das pessoas com mais de 18 anos. Entre idosos acima dos 75 anos, a taxa da doença é próxima de 20%.
Ainda segundo o estudo, 1,8% da população adulta vive com o diagnóstico de um câncer, sendo os tipos mais prevalentes o de mama, pele, próstata e colo do útero. Essa prevalência é de 7,7% entre as pessoas maiores de 75 anos.
Dores — A pesquisa indicou que as dores crônicas na coluna afetam uma grande parte da população adulta do país: 18,5% apresentam o problema, especialmente dores na região lombar. A doença está ligada com o avanço da idade: atinge 26,6% das pessoas acima dos 60 anos e 8,7% das com idade entre 18 e 29 anos.
Já a depressão foi diagnosticada em 7,6% da população. A prevalência entre mulheres é mais do que o dobro do que entre homens (10,9%, ante 3,9%). No entanto, segundo a pesquisa, menos da metade (46,6%) dessas pessoas recebeu assistência médica no último ano.
Regiões — Segundo a PNS, a população da região Sul foi aquela que apresentou maior prevalência de doenças crônicas não transmissíveis (47,7%), seguida pela da região Sudeste (39,8%), Centro-Oeste (37,5%), Nordeste (36,6%) e Norte (32%).

Maria do Rosário chamou BOLSONARO de estuprador. Mas DE ESTUPRO QUEM ENTENDE É O PT!





Sobe para seis o número de ações contra a Petrobras nos EUA

Justiça

Investidores alegam fraude na empresa, por ela não informar sobre esquema de corrupção, e buscam ressarcimento devido às perdas no mercado acionário

Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro
Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro (Leo Correa/VEJA)
Cinco novas ações judiciais foram protocoladas por investidores na Justiça americana desde a tarde de terça-feira contra a Petrobras. Com isso, já são seis processos em curso até o momento. Todos possuem os mesmos argumentos: que a Petrobras enganou os investidores ao emitir "material falso" e não informar seus acionistas sobre o esquema de corrupção que se espalhou sobre a empresa desde 2006.
Um dos inúmeros fatos que embasam as ações ocorreu há cerca de duas semanas, quando a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou que foi informada pela empresa holandesa SBM que funcionários da estatal haviam recebido propina da companhia. O comunicado foi feito há cerca de 5 meses pela holandesa, sem que a Petrobras tivesse informado seus acionistas sobre o fato. A omissão fere um dos artigos do "Securities and Exchange Act", lei que regulamenta o mercado de capitais nos Estados Unidos.
A enxurrada de ações começou na segunda-feira, quando o investidor Peter Kaltman deu entrada com o processo no tribunal distrital do sul de Nova York, por meio do escritório Wolf Popper. A ação foi preparada em conjunto com o escritório brasileiro Almeida Law.
Nos últimos dois dias, outros investidores entraram na Justiça por meio dos escritórios Glancy Binkow & Goldberg, Rosen Law Firm, Pomerantz Law Firm, Brower Piven e Khan Swick & Foti (KSF).
Os escritórios representam apenas investidores institucionais (como fundos, por exemplo) que compraram ações da companhia na Bolsa de Nova York (as chamadas ADR) entre maio de 2010 e 21 de novembro de 2014. Contudo, sugerem que qualquer investidor pessoa física ou jurídica que tenha comprado ADRs em Nova York também se junte ao processo. O prazo para a adesão é o dia 6 de fevereiro do ano que vem.
Somente com o primeiro escritório que protocolou a ação, o Wolf Popper, há mais de dez investidores institucionais envolvidos, cujos nomes são mantidos em sigilo.
É comum na Justiça americana que investidores que se sintam ludibriados por empresas nas quais investiram busquem ressarcimento. O tipo de mecanismo mais usado por advogados é aclass action, que, na tradução literal, significa 'ação de classe'. Esse instrumento não possui similar no Brasil pelo fato de o direito brasileiro não prever nenhum tipo de indenização a investidores do mercado de capitais. Conceitualmente, o processo que mais se assemelharia àclass action é a ação coletiva. Contudo, no Brasil, esse tipo de processo é usado, no geral, em casos trabalhistas.
O site de VEJA apurou que fundos privados brasileiros já começam a se movimentar para definir sua adesão. O problema, segundo as fontes, é que eles também temem represálias por parte do governo, apesar de nada terem a ver com o setor público. Uma das formas previstas pelos advogados para amenizar a tensão com o Palácio do Planalto é aderir ao processo por meio de CNPJs dos próprios fundos, e não de bancos ou gestoras de recursos.