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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Dica 7: Quais as diferenças entre um ‘hostel’ e um hotel?


A informalidade e os preços competitivos ajudam a explicar o sucesso que os 'hostels' têm vindo a ganhar nos últimos anos.
dicaartigo
Com as férias à porta, chegou a altura de muitas famílias escolherem não só destino de férias mas também o tipo de alojamento pretendido para gozar os dias de descanso a que têm direito. E neste campo, um dos tipos de alojamento que tem ganho maior expressão em Portugal nos últimos anos é o alojamento em ‘hostels’. Estes espaços funcionam como albergues e caracterizam-se pelo facto de proporcionarem um tipo de alojamento mais informal e económico, constituindo assim numa alternativa face ao alojamento num hotel. Mas os dois tipos de alojamento não podem ser comparados no mesmo patamar já que existem algumas diferenças entre os dois conceitos.
Muitos ‘hostels’ têm quartos privativos mas todos têm quartos em regime de dormitório. O que significa que é possível que tenha de partilhar o seu quatro com outras pessoas. E como muitos dos espaços de um ‘hostel’ são partilhados e fomentam a socialização entre os clientes, se prefere ter mais privacidade, então se calhar este não é o tipo de alojamento ideal para si. Mas se gosta de ambientes mais informais e que promovam a proximidade entre os outros hóspedes, então esta pode ser a forma mais atrativa de fazer férias. Até porque os preços praticados podem ser tentadores. Por exemplo, se ficar alojado num ‘hostel’ na zona do Chiado por uma noite,num dormitório, o alojamento custar-lhe-á 16 euros, com pequeno-almoço incluído. Se optar por reservar antes um quarto duplo (com casa de banho partilhada e pequeno-almoço incluído), o preço do quarto fica por 66 euros. Já se ficar instalado num hotel de três estrelas na mesma zona, a fatura sobe, no mínimo, para os 79 euros.
Se nestas férias quiser ficar alojado num ‘hostel’ pode utilizar o portal Hostel World para pesquisar o melhor albergue em todos os destinos no mundo. Além de fornecer informação sobre os preços praticados em cada unidade, o portal permite ainda fazer a reserva do ‘hostel’. Os consumidores poderão também visualizar as críticas de antigos hóspedes.

domingo, 10 de setembro de 2017

Fernanda Montenegro - Nelson Por Ele Mesmo: adultério é tema de estreia



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Entrevista Fernanda Montenegro





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STARTE Fernanda Montenegro.





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Fernanda Montenegro interpreta Capitu





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Oficina de leitura dramática com Fernanda Montenegro em Brasília



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Fernanda Montenegro - Leitura de “Nelson Rodrigues, Por Ele Mesmo



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Depoimento de Fernanda Montenegro



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Fernanda Montenegro - Intérprete de Si Mesmo



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sábado, 9 de setembro de 2017

Fernanda Torres, que estreia série, faz um balanço da carreira: "Hoje não me fecho a nada"



Aos 51 anos, a atriz se lança como roteirista e volta ao ar na Globo em 2017: "A personagem é um protótipo da mulher do Cunha"
















Há 30 anos, Fernanda Torres se tornou a primeira brasileira a ganhar a Palma de Ouro em Cannes, pelo filme Eu sei que vou te amar. Detalhe: ela tinha só 20 anos. "Me lembro do orgulho e da alegria", diz. Apaixonada pela sétima arte, a atriz e escritora está prestes a se lançar como roteirista. Na semana que vem começam as filmagens de O juízo, "uma trama sobrenatural", segundo ela, que leva a direção do marido, Andrucha Waddington.
Antes, ela faz as vezes de entrevistadora no programa Minha estupidez, que acaba de estrear no GNT, e ainda volta ao ar na sérieFilhos da pátria, na Globo. "A personagem é um protótipo da mulher do Cunha, vibra com a corrupção."
Como vai ser a estreia como roteirista?
Nunca planejo nada, as histórias vão me puxando. Estava na fazenda de um amigo no interior de Minas Gerais. Sempre achei que Minas dava uma história de assombração, porque tem o carma. O Brasil tem uma dívida com a escravidão. Então, o Criolo vai fazer um escravo em busca de um acerto de contas. O Felipe Camargo também está no elenco. Também estou adaptando meu livro Fim para uma minissérie de dez capítulos.
Fernanda entre Alexandre Nero e Johnny Massaro, num intervalo da gravação de Os filhos da pátria, que estreia em 2017 (Foto: Reprodução/ Instragram)












De onde veio a ideia do Minha estupidez?

Queria falar do lugar da ignorância, quando você não sabe e finge. Sabe aqueles livros que você compra e ficam na estante? Eu menti para o João Ubaldo Ribeiro que tinha lido um dos livros dele. Até que um dia ele olhou para mim e conversamos [risos]. Depois, ele me mandou uma cópia com dedicatória. Sofro mais pelos livros do que pelas séries de TV. Acho que você precisa ter outra vida para poder ver tudo.

No geral, como você tem visto a ignorância?

O Brasil tem muito analfabetismo, um nível de educação bem baixo. Mas estamos vivendo uma fase estranha no mundo todo, uma desesperança. Existe um pragmatismo que leva as pessoas a votar no Trump, por exemplo. O programa mostra que ainda temos cabeças interessantes, como a do Caetano. Isso dá uma certa esperança. Eu precisei estudar muito para que os entrevistados não me olhassem com cara de pena.
A atriz contracenou com Thales Pan Chacon em Eu sei que vou te amar, que fez dela a primeira brasileira a ganhar a Palma de Ouro em Cannes (Foto: Reprodução)









Como foi a chegada dos 51 anos?
Toda idade tem um peso, não é? Ralei muito no começo. Mas chega uma maturidade que é bacana, vejo isso também nos amigos de minha geração. Fiz muito cinema, TV e teatro. Procurei alternar, porque um alivia o outro. Hoje, eu malho menos. Sinto que as juntas dão um chiado. Tenho uma sala de pilates, com uma esteira, uma cama. Hoje não me fecho a nada, nem mesmo a uma novela.

Entrevista com a atriz Fernanda Torres no Programa do Jô



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Entrevista Fernanda Montenegro 18/11/2016 Programa do Jô



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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

As 4 leis do desapego para a liberação emocional

desapego
É possível que a palavra desapego lhe cause uma sensação de frieza e egoísmo. Nada está mais longe da realidade. A palavra desapego, compreendida dentro do contexto do crescimento pessoal, é um valor interno precioso que todos nós devemos aprender a desenvolver.
Praticar o desapego não significa abrir mão de tudo o que é importante para nós, rompendo vínculos afetivos ou relacionamentos pessoais com aqueles que fazem parte do nosso cotidiano.
          “Desapego significa saber amar, apreciar e se envolver nos relacionamentos com uma visão mais equilibrada e saudável, libertando-se dos excessos que o prendem”.
Liberação emocional é viver mais honestamente, de acordo com as suas necessidades. Crescer, progredir com conhecimento de causa, sem prejudicar ninguém e não deixando ninguém o limitar.
Conheça abaixo as 4 leis do desapego para a liberação emocional. Vamos praticar?

1 – Lei do desapego: você é responsável por si mesmo

Ninguém pode viver por você. Ninguém pode respirar por você, se oferecer como voluntário para carregar suas tristezas ou sentir suas dores. Você é o arquiteto da sua própria vida e de cada passo que dá em seu caminhar.
desapego é tomar consciência de que você é totalmente responsável por si mesmo
Portanto, a primeira lei que deve ter em mente para praticar o desapego é tomar consciência de que você é totalmente responsável por si mesmo.
Não responsabilize os outros pela sua felicidade. Não imagine que para ser feliz é necessário encontrar o parceiro ideal ou ter o reconhecimento de toda sua família.
Se a opinião dos outros é a sua medida de satisfação e felicidade, você não vai conseguir nada além de sofrimento. Raramente os outros suprirão as nossas necessidades.
Cultive sua própria felicidade, seja responsável, maduro, conscientize-se das suas escolhas e consequências e nunca deixe que seu bem-estar dependa da opinião alheia.

2 – Lei do desapego: Viva no presente, aceite e assuma a sua realidade

Muitas vezes, não conseguimos aceitar que nesta vida nada é eterno, nada permanece sempre igual; tudo flui e retoma seu caminho. Muitas pessoas estão sempre focadas no que aconteceu no passado, e isso se torna um fardo pesado que carregamos no presente.
Mesmo que seja doloroso, aceite, assuma o passado e aprenda a perdoar. Isso o fará se sentir mais livre e o ajudará a se concentrar no que realmente importa: “o aqui e agora”. Liberte-se!
Lei do desapego viva no presente

3 – Lei do desapego: Liberte-se e permita que os outros também sejam livres

  “Assuma que a liberdade é a forma mais plena, íntegra e saudável de aproveitar e compreender a vida em toda a sua imensidão”
Ser livre não nos impede de criar vínculos com os outros. Criar vínculos, amar e ser amado, fazem parte do nosso crescimento pessoal.
O desapego significa que você nunca deve assumir a responsabilidade pela vida dos outros, que eles não podem lhe impor seus princípios e nem tentar prendê-lo. É assim que surgem os problemas de relacionamento e o sofrimento.
Lei do desapego liberte-se
Os apegos exagerados nunca são saudáveis. Temos como exemplo aqueles pais obcecados por proteger os filhos, que os impedem de crescer e avançar com confiança para explorar o mundo.
A necessidade de desapegar-se é fundamental nesses casos; cada um um deve sair dos seus limites de segurança para enfrentar o imprevisto e o desconhecido.

4 – Lei do desapego: As perdas irão acontecer mais cedo ou mais tarde

Devemos aceitar que, nesta vida, nada dura para sempre. A vida, os relacionamentos e até os bens materiais acabam desaparecendo como fumaça, escapando por uma janela aberta ou deslizando através dos nossos dedos.
Lei do desapego as perdas irão acontecer
As pessoas vão embora, as crianças crescem, alguns amigos somem e perdemos alguns amores… Tudo isso faz parte do desapego. Temos que aprender que isso é normal e enfrentar essa situação com tranquilidade e coragem.
O que nunca pode mudar é a sua capacidade de amar. Comece sempre por você mesmo.
https://drauziovarella.com.br/entrevistas/entrevista_indice.asp

domingo, 27 de agosto de 2017

10 DICAS PARA MELHORAR O SEU DIA

melhorando o dia
A gente não sabe muito bem porque às vezes acordamos tristes ou de mau humor. Talvez aquela situação mal resolvida no trabalho ou ainda um desentendimento com aquele amigo de infância. Não fique remoendo esses sentimentos ruins e reverta esse quadro. Veja algumas dicas para você melhorar o seu dia!
1- Afastar-se dos chatos: quem está em uma fase vulnerável deve passar longe dos fofoqueiros, dos que vivem reclamando e de quem adora julgar os outros.
2- Permanecer aqui e agora: o futuro é um projeto e o passado já se foi. O momento presente é tudo o que temos e deve ser o principal foco da vida. Se a nossa energia estiver focada em outro tempo, há grande possibilidade de perdermos as chances que se apresentam.
3- Desconfiar dos próprios dramas: não se leve tão a sério. As vezes, rir de si mesmo é o melhor remédio.
4- Limpar a área: não varra a sujeira para baixo do tapete. Engolir a raiva e as mágoas é pior, pois um dia elas acabam reaparecendo, em uma forma e, em um momento impróprio. Um diálogo franco e tranqüilo pode ser um ótimo remédio.
5- Redigir cartas: escreva suas mensagens de mágoa, indignação ou cobrança - o que quer que seja -, mas não as envie. Guarde-as por alguns dias e depois as releia e decida se o destinatário merece ou não recebê-las.
6- Dar um tempo: se o trabalho ou alguém está deixando você aborrecido, saia de cena. Siga sua rotina, porém não se exponha.
7- Cantar: não importa onde - em grupo, sozinho ou debaixo do chuveiro. Cantar ajuda a liberar emoções, além de ser um ótimo exercício respiratório e de relaxamento da musculatura corporal e da mandíbula.
8- Fazer coisas prazerosas: é importante realizar diariamente coisas simples que dêem prazer, de preferência em benefício próprio.
9- Fazer exercícios: escolha uma modalidade de exercícios, como dançar, nadar, correr ou caminhar. Os exercícios praticados regularmente estimulam a produção de endorfina, substância responsável pela sensação de bem-estar e por outros benefícios para o corpo.
10- Permitir-se mimos: uma sessão de cinema só com as amigas, um café num lugar agradável, um domingo em que você acorda bem mais tarde, uma sessão de massagem relaxante. O importante é que esses mimos tenham o efeito de dar satisfação.

A Síndrome da Boazinha — Como Curar sua Compulsão por Agradar

Quando alguém sofre da compulsão por agradar, sua autoestima está relacionada ao quanto faz pelos outros e ao quanto é bem-sucedida nisso,  é o que diz a doutora em psicologia Harriet B. Braiker, em seu livro  A Síndrome da Boazinha, no qual  apresenta uma análise criteriosa da compulsão por agradar e ainda oferece um plano de ação de 21 dias para que a “agradadora compulsiva” possa aprender a dizer "não" e recuperar a autoestima devastadapelas tentativas de agradar a gregos e troianos.

"Como agradadora compulsiva", explica a doutora Braiker, "seus botões de sintonia emocional estão embaralhados na frequência do que você acredita que os outros querem ou desejam de você". A consequência lógica de estar sempre com foco no desejo do outro é que você acaba não ouvindo sua própria voz interior "que pode estar tentando protegê-la de se desgastar demais ou de agir contra seus próprios interesses", diz a psicóloga Harriet.

Segundo a autora, a compulsão por agradar pode ser causada por pensamentos distorcidos, opressivos e derrotistas, que nascem da ideia de que todos precisam gostar de você; comportamentos compulsivos que fazem com que você sempre busque satisfazer as necessidades dos outros antes das suas, na ânsia de obter a aprovação de todos; e, finalmente, a tentativa de fugir de sentimentos negativos ou assustadores e evitar a ansiedade, muitas vezes no limite do suportável, que a menor ameaça de conflito gera em você. 

A intenção da autora não é dizer que ser boazinha é um problema, tanto que na obra a bondade não deixa de ser uma virtude, mas o problema é quando esse sentimento de bondade vai longe demais e intensifica as dificuldades de dizer não, fazendo com que a mulher concorde com as atitudes alheias, somente para agradar, perdendo assim sua própria opinião e sua autoestima. 

Este livro é um guia rápido e prático para superar a Compulsão por agradar, voltado para o sexo femininoonde a psicóloga Harriet B. Braiker, promete ajudar as mulheres a aprender a dizer “não” e expor suas insatisfações, pois segundo a autora, elas são as que sofrem da compulsão por agradar. “Elas passam por um sofrimento cotidiano ao esgotar seu tempo e sua energia realizando tarefas desnecessariamente apenas porque não sabem dizer não”, diz.

A partir de histórias reais vividas em seu consultório e de uma análise sobre as pessoas que sentem necessidade de agradar,Harriet, em A Síndrome da Boazinha procura estabelecer novos parâmetros na vida das que sofrem deste mal, ajudando-as a perceber que realizando somente a vontade dos outros, acabam por colocar suas necessidades em segundo lugar e, consequentemente,  a viver em função dos outros. 
  
O livro A Síndrome da Boazinha, considerado um best-seller pelo New York Times, é também considerado como um guia rápido e prático para identificar as situações em que a síndrome se instala e, é claro, ajudar a  superar a compulsão por agradar, que segundo a autora, é um dos maiores motivos de estresse das mulheres modernas, que pode se tornar um problema psicológico debilitante com amplas e graves consequências.

"Quando alguém sofre da compulsão por agradar, sua autoestima está relacionada ao quanto faz pelos outros e ao quanto é bem-sucedida nisso."

Procurar agradar a todos sempre é um comportamento prejudicial que deve ser combatido. Ao agradar a todos, o indivíduo tende a colocar suas necessidades em segundo lugar e passa a viver em função dos outros.  Esse comportamento tende aumentar até chegar à exaustão que busca evitar a reprovação e assim obter aprovaçāo e apreciaçāo.

Quando o indivíduo consegue se libertar  da culpa de nāo poder agradar a gregos e troianos, descobre o quanto é prejudicial por gerar uma preocupação excessiva em corresponder às expectativas dos outros, negligenciando a própria vontade e necessidades.

Dessa forma, aprender a dizer "não", expor suas insatisfações, obter a aprovação de si mesma e não fugir de conflitos são os primeiros passos para que as vítimas mais frequentes dessa forma de autosabotagem, as mulheres, possam desfrutar de uma vida plena de realização e autoestima.

Abaixo transcrevemos o questionário Você sofre da compulsão por agradar?para que o leitor possa descobrir se sofre desse “mal” ou não. 

Responda V quando o caso se aplica e F quando não se aplica.


♦ É muito importante para mim ser amada por todas as pessoas da minha vida. 

♦ Acredito que nada de bom possa vir de um conflito.

♦ Minhas necessidades devem ficar em segundo lugar em relação às necessidades das pessoas que amo.

♦ Espero estar acima de qualquer conflito ou confronto.

♦ Costumo fazer coisas demais para outras pessoas e até permito que me usem para que eu não seja rejeitada por outras razões.

♦ Sempre necessitei da aprovação dos outros.

♦ Considero muito mais fácil reconhecer sentimentos negativos em relação a mim mesma do que expressar sentimentos negativos em relação aos outros.

♦ Acredito que, se fizer outras pessoas precisarem de mim por tudo que faço por elas, não serei abandonada.

♦ Sou viciada em fazer coisas por outras pessoas e gradá-las.

♦ Faço grades esforços para evitar conflitos e confrontos com familiares, amigos e colegas de trabalho.

♦ Sou propensa a fazer tudo que puder para deixar os outros felizes antes de fazer algo por mim.

♦ Quase nunca enfrento outras pessoas para me proteger, porque tenho bastante medo de obter uma reação negativa ao provocar um confronto.

♦ Caso eu deixasse de colocar as necessidades dos outros à frente das minhas, me tornaria egoísta e os outros não iriam gostar mais de mim.

♦ Ter de encarar um confronto ou conflito com qualquer um faz com que me sinta tão ansiosa que quase chego a me sentir mal fisicamente.

♦ Acho muito díficil fazer críticas, mesmo construtivas, porque não quero deixar ninguém com raiva de mim.

♦ Devo sempre agradar aos outros, ainda que às custas dos meus próprios sentimentos.

♦ Preciso me doar o tempo todo para ser merecedora de amor.

♦ Acredito que pessoas legais recebem a aprovação, o afeto e a amizade dos outros.

♦ Jamais devo decepcionar outras pessoas por não fazer tudo que esperam de mim, mesmo quando sei que as exigências são excessivas ou pouco razoáveis.

♦ Às vezes sinto como se estivesse tentando “comprar” o amor e a amizade dos outros fazendo muitas coisas boas para agradá-los.

♦ Fico muito ansiosa ou desconfortável em dizer ou fazer qualquer coisa que possa deixar outra pessoa com raiva de mim.

♦ Raramente delego tarefas.

♦ Sinto-me mal quando digo “não” a pedidos ou necessidades de outras pessoas.

♦ Eu pensaria que sou uma má pessoa se não me dedicasse o tempo todo àqueles a meu redor.


► Pontuação — Para cada V, some um ponto

♦ Entre 16 e 24:
Sua síndrome é profundamente enraizada e grave. Você provavelmente já sabe que a Compulsão por agradar está cobrando um preço pesado na sua vida emocional e física.

♦ Entre 10 e 15:
Seus sintomas são relativamente graves. Tal padrão destrutivo exige atenção e esforço imediatos para mudar, antes que piore ainda mais.

♦ Entre 5 e 9:
Você sofre moderadamente da Complsão por agradar e já desenvolveu alguma força de resistência às próprias tendências derrotidas.

♦ Entre 4 ou menos:
No momento você tem apenas tendências leves – ou até mesmo nenhuma – a agradar às pessoas.


A Síndrome da Boazinha — Como Curar sua Compulsão por Agradar
Autora: Harriet B. Braiker
Editora: Best Seller Ltda
Preço:  De R$ 24,78 a R$: 35,84

sábado, 26 de agosto de 2017

Ame-se e permita-se ser amado


Ame-se e permita-se ser amado
Os prazeres devem ser colocados na vida, assim como as vírgulas em uma frase. É fundamental fazer coisas de que gostemos, aproveitar essas oportunidades que surgem sem pensar demais, sem expectativas, simplesmente com a vontade de viver e de experimentar a vida, portanto, ame-se e permita-se ser amado.
Amar a si mesmo é complicado, mas é algo fundamental para que as outras pessoas também nos amem. Apaixone-se pelo seu corpo, pelos seus defeitos, pelas suas virtudes, por cada coisa que apaixona você, pelo seu jeito de sorrir e de andar pela vida.
“Quando eu tinha 5 anos, a minha mãe me dizia que a felicidade era a chave da vida. Quando fui para a escola, me perguntaram o que queria ser quando crescesse. Eu respondi “feliz”. Me disseram que eu não entendia a pergunta e lhes respondi que não entendiam a vida.”
-John Lennon-

Ame-se muito

Amar a si mesmo é fundamental para se sentir bem, para que outras pessoas nos amem, para desfrutar a vida e ser feliz. Às vezes é complicado porque criticamos a nós mesmos e podemos nos transformar em nosso pior inimigo.
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A autoestima é a percepção avaliadora de nós mesmos, isto é, como nos enxergamos e valorizamos. Ela tem quatro elementos fundamentais segundo o psicólogo argentino Walter Riso, que são os seguintes:
  • Conceito – O que você pensa de si mesmo.
  • Imagem – Quanto você gosta de si mesmo.
  • Reforço – Quanto você se premia.
  • Eficácia – Que confiança você tem em si mesmo.
Para reforçar estes quatro elementos da autoestima e viver em paz com nós mesmos e mais felizes, propomos a você algumas atitudes simples para que você aprenda a gostar de si mesmo e a saber apreciar tudo de bom que existe em você.

Não se compare

Desde a adolescência iniciamos uma análise pormenorizada do nosso físico, poro a poro, e o resultado é que sempre falta ou sobra alguma coisa. Criticamos a nossa cor de cabelo, nossas pernas, nossos dentes. Nos empenhamos muito em encontrar os nossos defeitos. Também nos comparamos com outras pessoas que consideramos mais bonitas e nos sentimos mal.
As comparações são negativas porque o conceito de beleza é muito diferente de uma pessoa para outra; trata-se de um conceito totalmente subjetivo. O que nós podemos considerar belo, outra pessoa pode considerar feio e vice-versa. Portanto, a comparação é inútil.
“Querer ser outra pessoa é desperdiçar a pessoa que você é”.
-Marilyn Monroe-
Descubra e destaque as coisas que você gosta em si mesmo, vista-se como quiser, não como as outras pessoas esperam que você deva se vestir; se você se sentir bem, é isso que importa. Sempre haverá alguém mais bonito ou mais feio do que você, mas o que isso importa? Você tem qualidades únicas que ninguém tem: descubra-as e potencialize-as.

Invente o seu próprio conceito de beleza

O conceito de beleza não é apenas algo subjetivo, mas também depende muito de cada época. Por exemplo, antigamente a mulher gordinha, branca e com lábios rosados era considerada uma beldade, enquanto o padrão de beleza atual é radicalmente diferente.
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Portanto, o melhor é construir o seu próprio conceito de beleza. Neste sentido, Walter Riso sustenta que a premissa mais saudável seja a seguinte:
“Você pode decidir qual é o seu próprio conceito do belo. Não é fácil, mas vale a pena tentar. Assim como para se vestir bem você não precisa seguir piamente a moda e se uniformizar, para gostar de si mesmo ou de si mesma você não precisa usar conceitos externos. Você não tem por que se parecer com ninguém em especial, nem existem motivos teóricos e científicos que justifiquem a superioridade de uma forma de beleza sobre a outra. O importante, portanto, não é ser bonito ou bonita, e sim gostar de si mesmo.”

Premie-se

Quando o nosso companheiro não se preocupa conosco, não nos pergunta como estamos, não liga para nós, não se interessa por nós, é difícil interpretar que nesse relacionamento existe amor.
No mesmo sentido, se você não premiar a si mesmo, se você não dedicar um certo tempo para você, se você não expressar afeto, a sua autoestima será nula ou insuficiente. O amor próprio, a princípio, não é muito diferente de gostar de outras pessoas.
Portanto, cuide do seu corpo e da sua mente, faça coisas que você gosta e que lhe deem prazer. Sorria e saia por ai para compartilhar o seu sorriso. Se você gosta de ir ao cinema, vá. Se você gosta de andar de bicicleta, vá. Se você gosta de ler, compre livros e leia-os.

Elimine as crenças depressivas

Segundo Walter Riso, as crenças depressivas que nos impedem de reforçar a nossa autoestima são quatro:
  • O culto ao hábito. Trata-se do culto a uma série de condutas consideradas habituais e que todos devemos ter, mas esse tipo de comportamento não nos permite inovar, nem mudar.
  • O culto ao racionalismo. Nos levará a ser como robôs, simplesmente acostumados a avaliar os sentimentos para ver se são convenientes. Existem coisas que não foram feitas para pensar, e sim para vibrar com elas.
  • O culto do autocontrole. Trata-se de controlar todos os sentimentos e emoções. Sem dúvida que o autocontrole equilibrado é necessário para evitar condutas destrutivas, mas precisamos nos afastar da contenção absoluta de sentimentos e emoções.
  • O culto à modéstia. Levará você a não valorizar os seus êxitos, assim como os seus esforços. Não se trata de fazer alarde das nossas conquistas, e sim de reconhecer os nossos potenciais, sem desculpas nem culpas, para poder ser realista, ver suas qualidades e saber apreciar os seus esforços.


Permita-se ser amado

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Na sociedade atual tudo anda muito rápido, todos somos muito independentes, mas é preciso parar um pouco e permitir-se ser amado. Se você se sente mal, permita que alguém o ouça, cuide de você. Se existe algo que o preocupa, compartilhe-o e deixe que o abracem e beijem. Sinta o carinho de cada gesto, de cada olhar, permita-se ser amado.