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domingo, 20 de março de 2016

O segundo membro do Conselho de Administração da Petrobrás que autorizou a compra de Pasadena morreu ontem em São Paulo



Arthur Sendas, 73 anos, o primeiro membro do Conselho de Administração da Petrobrás que autorizou a compra de Pasadena, morreu assassinado dentro do apartamento. O assassino, Roberto Costa, um dos motoristas da família, 23 anos, disse que matou por acaso: ele estava com a arma de Sendas nas mãos e ela disparou acidentalmente, atingindo a cabeça do empresário.

Agora, o segundo dos membros do Conselho de Administração da Petrobrás que autorizou a compra da Refinaria, Roger Agnelli, 56, ex-presidente da Vale, morreu neste sábado (19) após seu avião cair e se chocar contra uma casa na zona norte de São Paulo —mais seis pessoas morreram no acidente.

O executivo, 56, presidiu a empresa entre 2001 e 2011. Ele era considerado responsável pela ascensão da Vale ao posto de uma das maiores mineradoras do mundo. 

A aeronave estava cheia de combustível e explodiu ao bater na casa após decolar do Campo de Marte rumo ao Santos Dumont, no Rio. 

"Os corpos achados estavam dentro da fuselagem [do avião], muito prejudicados. Talvez com trabalho de perícia se consiga identificar [as vítimas]", disse o major Hengel Ricardo Pereira. Para se certificar que eram sete os corpos, a equipe contou o número de crânios, afirmou. 

Compra de Pasadena: 
Os membros do Conselho da Petrobras tem muito a contar à Lava Jato sobre as circunstâncias da compra da refinaria de Pasadena que gerou prejuízo enormes à estatal brasileira. Dilma, à época também autorizou o negócio, mas diz ter sido induzida a acreditar que a compra era bom negócio.

Eis a composição do Conselho de Administração da Petrobras , em 2006, quando foi comprada a Refinaria Pasadena: