TudoSobreTudo

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Depeche Mode - Strangelove (Remastered Video)



Em: 14/02/2016 Moro acusa Dilma e Temer: “Usaram esquema criminoso para abastecer campanhas”

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela operação Lava-Jato, acusou formalmente a chapa de Dilma e Temer de ter feito uso de propina em troca de contratos da Petrobras

morooficial
Juiz afirma que Lava Jato comprovou lavagem de dinheiro por meio de doações oficiais
Moro encaminhou ao TSE documentos de dez ações penais da Lava Jato subsidiando um dos quatro processos que pedem a cassação da chapa no tribunal.
Trecho do ofício foi publicado na Revista Veja:
“Destaco que na sentença prolatada na ação penal 5012331-04.2015.404.7000 reputou-se comprovado o direcionamento de propinas acertadas no esquema criminoso da Petrobras para doações eleitorais registradas.”
imagem Revista Veja

Marisa Monte - Vilarejo








Alvo da Operação Lava Jato, marqueteiro do PT chega ao Brasil


João Santana e a sua mulher tiveram a prisão decretada na 23ª fase da operação; eles estão sendo encaminhados para a sede da PF em Curitiba

João Santana no aeroporto de Guarulhos - O publicitário João Santana, que encabeçou campanhas presidenciais petistas, chegou em São Paulo nesta terça-feira (23) às 9h21 com a mulher Monica Moura para se entregar à Polícia Federal
Publicitário João Santana e a sua mulher, Mônica Moura, chegam ao aeroporto de Guarulhos (SP)(Zanone Fraissat/Folhapress)
Alvos da 23ª fase da Operação Lava Jato, o marqueteiro das campanhas de Dilma (2014 e 2010) e Lula (2006), João Santana, e a sua mulher, Mônica Moura, chegaram ao Brasil por volta das 9h30 desta terça-feira. O desembarque ocorreu no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. O casal, que veio de um voo de Punta Cana, na República Dominicana, segue agora para a sede da Polícia Federal em Curitiba, onde é conduzida a Operação Lava Jato.
Os dois tiveram a prisão decretada na operação Acarajé, que mira os repasses - ao todo, de 7,5 milhões de dólares - feitos a João Santana no exterior pela Odebrecht e pelo lobista Zwi Skornicki, representante comercial no Brasil do estaleiro Keppel Fels.
O casal estava no país caribenho onde Santana comandava a campanha à reeleição do presidente Danilo Medina. Após tomar conhecimento do mandado expedido contra ele e a esposa, o publicitário decidiu abandonar a função e voltar ao Brasil para se defender das acusações que pesam contra ele, conforme informou uma nota divulgada por sua assessoria. A sua defesa já havia informado ao juiz Sergio Moro que eles retornariam rapidamente ao país - caso não voltassem, o nome dele e da mulher poderiam ser colocados na lista vermelha da Interpol.
Na petição encaminhada a Moro, o casal pede providências para que a sua chegada ao país não se torne um "odioso espetáculo público". A Justiça Federal do Paraná bloqueou 25 milhões de reais das contas do marqueteiro e sequestrou um apartamento de sua propriedade na Zona Sul de São Paulo. Segundo as investigações, o imóvel teria sido pago com dinheiro oriundo de corrupção na Petrobras.