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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Como esquecer um amor que não deu certo?



Estar apaixonado é uma maravilha, certo? Principalmente se o sentimento é correspondido, pois assim tudo fica bem e termina com uma música bonitinha, como naqueles filmes a que você assistia na adolescência. Tudo vai bem até o momento em que o filme passa a ser “Ele não está tão a fim de você”. Depois de um fim de namoro ou de uma desilusão amorosa antes mesmo de qualquer coisa começar, todo mundo parece ter uma receita infalível: é preciso esquecer.
Você sabe o que fazer nesses casos? Sabe esquecer? Será que tem como sofrer um pouco menos? A boa notícia é: tem. Então, se você está numa pior, sofrendo com seu coraçãozinho aos pedaços, antes de qualquer coisa, sorria. Sua avó estava certa: para tudo na vida há um jeito. O portal io9 ouviu a opinião de algumas pessoas com moral suficiente para falar de alguns casos de amores não correspondidos. Confira a seguir quais são as dicas dadas por quem entende do assunto.

A mágica do esquecimento

Fonte da imagem: Reprodução/PodPirralho
Você geralmente resolve tirar alguém do seu coração – ou da sua cabeça? – quando seus sentimentos não são correspondidos ou quando a pessoa, ainda que esteja ao seu lado, trata você não muito bem. É lógico que existem outros motivos, mas esses dois são os mais comuns. Nesses casos, você pode se questionar se é possível ter algum tipo de controle a respeito do sentimento que você quer esquecer.
É como o filme “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, no qual os personagens passam por um processo maluco de simplesmente deletar tudo relacionado à outra pessoa, como se nosso cérebro tivesse uma tecla mágica que, uma vez acionada, apagasse tudo e acabasse com o sofrimento. Se você já assistiu ao filme, é bem provável que já tenha sentido vontade de fazer o mesmo, não é?

Vício

Fonte da imagem: Reprodução/HealthMeup
Uma pesquisa em neurologia descobriu, recentemente, que qualquer um tem autonomia para escolher esquecer um amor. Uma das responsáveis pelo estudo, a antropóloga Helen Fisher, explicou que sua equipe analisou o comportamento cerebral de uma pessoa superapaixonada.
Eles descobriram que o amor intenso ativa uma área do cérebro chamada de núcleo accumbens, associada com recompensas e, consequentemente, com o prazer e até mesmo com o vício. Para se fazer uma comparação, é essa região do cérebro que é ativada quando alguém viciado em bebida sabe que irá beber em breve, por exemplo.
Levando em consideração esse fator viciante, Fisher recomenda que, se você quiser esquecer uma pessoa, deve tratá-la como o paciente que quer deixar um vício de lado e livrar-se de tudo o que possa fazer com que você se lembre do(a) ex, além, é claro, evitar ligar e vasculhar cada passo dele(a) no Facebook. É a mesma lógica do alcoolista que, se quer parar de beber, deve tirar a garrafa de vinho de perto.

Controlando pensamentos

Fonte da imagem: Reprodução/Ekapija
Essa é uma das coisas mais difíceis de fazer, mas não impossível. Quem falou a respeito disso foi o psicólogo da Universidade de Oklahoma, nos EUA, Robert Sternberg. De acordo com ele, se você não conseguir deixar de pensar na pessoa, deve se lembrar sempre dos maiores defeitos dela.
Você também precisa levar em consideração que um relacionamento só dá certo se as duas partes estiverem devidamente conectadas e quiserem isso. Se a pessoa com a qual você estava não quer mais ficar ao seu lado, esse é um direito dela, e provavelmente é o melhor a ser feito, já que não seria justo se apenas você estivesse de cabeça na relação, certo?
Você pode encontrar outra pessoa, já pensou nisso? Há muita gente por aí e talvez aquela que estava ao seu lado antes não seja a melhor. Porém, é preciso ficar sempre atento para não acabar apenas usando alguém para preencher o posto de quem não está mais com você. Pode ser também que essa pessoa nova seja passageira e você vai precisar reconhecer isso.
E lembre-se, sempre, de se manter ocupado, seja estudando, trabalhando, indo à academia ou fazendo qualquer coisa que não permita que seu cérebro fique ruminando os últimos acontecimentos. Isso ajuda bastante. Sempre tente alguma coisa nova, aleatória e criativa. Nada de ficar dando indiretazinhas em redes sociais – isso é feio.

Prevenção

Fonte da imagem: Reprodução/Iamchiq
O psiquiatra da Universidade de São Francisco, Thomas Lewis, afirma que o amor, assim como o álcool, faz parte de um processo que envolve intoxicação, fator que se confirmou em pesquisas de neuroimagem. Esses estudos observaram que, quando a pessoa está apaixonada, algumas áreas cerebrais ficam suprimidas: as responsáveis por julgamentos críticos e por emoções negativas. Aquela história de que “o amor é cego” talvez faça sentido, então.
Lewis acredita que futuramente teremos neurobloqueadores disponíveis, em forma de comprimidos, com a finalidade de impedir que nos apaixonemos e também de interromper a paixão. Segundo ele, é possível pensar nisso, já que já existem substâncias em fase de teste para inibir o desejo por álcool. Será que funcionaria?
A boa notícia para quem quer esquecer um amor é que todos os especialistas procurados afirmaram ao io9 que dificilmente são questionados a respeito de como fazer isso. Pelo contrário: parece que muita gente quer saber como manter a paixão por mais tempo. E aí está a boa novidade para você, que acabou de voltar para a ala dos solteiros: a paixão dura pouco. Portanto, em breve, é possível que você ache um absurdo ter sofrido tanto por causa daquela pessoa. O jeito é esperar um pouquinho e logo você estará livre desse sofrimento todo.
FONTE(S) 

4 características de personalidade que são difíceis de mudar



Todos nós temos imperfeições que nos definem tanto quanto os nossos pontos positivos, não é verdade? Por isso, a maior parte do crescimento humano não é só reconhecer essas falhas, mas fazer algum esforço para corrigi-las.
Entretanto, essa não é uma meta tão fácil de ser alcançada, pois muitas características de nossa personalidade são difíceis de controlar, sendo que, muitas vezes, nem nos damos conta de que algumas delas realmente são prejudiciais em nossa vida.
Por essa razão, é importante se observar a fim de constatar se algo está atrapalhando a sua evolução devido a essas características, seja no trabalho, na escola, em casa, na vida afetiva etc. A capacidade de reconhecer que a mudança pessoal é necessária é o primeiro passo para reverter esses estados. Confira abaixo quais os traços de personalidades que são mais difíceis de ser alterados, mas não impossíveis.

4 – Ser tímido

Com certeza, você conhece alguém que era muito tímido quando era mais novo e agora é bastante extrovertido ou vice-versa. É fato também que existe muita gente que mantém a timidez desde criança até quando se torna adulto. Essa característica pode realmente mudar com o tempo, mas depende de vários fatores, como ambiente no qual a pessoa vive, família, amigos, problemas etc.
Mesmo assim, quem vence a timidez pode se considerar um campeão. Isso porque esse é um traço difícil de mudar, porque a sua mente está constantemente lhe dizendo que é mais seguro se manter mais quieto, recluso, longe da multidão. Um estudo de 2010 identificou alguns aspectos da timidez:
  • Algumas pessoas nascem com uma inclinação para a timidez. Mas esse fator não é uma condenação eterna a desviar os olhos dos outros. Segundo o pesquisador do estudo, isso depende muito também da criação que a pessoa tem;
  • Mais timidez é adquirida através de experiências de vida;
  • Existe uma neurobiologia da timidez, sendo pelo menos três centros cerebrais que interpõem o medo e a ansiedade e que organizam a resposta de todo o corpo com o que reconhecemos como timidez;
  • A incidência de timidez varia entre os países. Israelenses parecem ser os menos tímidos habitantes do mundo. Um importante fator contribuinte são os estilos culturais de atribuir elogio e culpa para as crianças.

3 – Guardar rancor

Você é uma pessoa rancorosa e guarda ressentimento por alguém ou algo que aconteceu por anos a fio? Todo mundo sabe que isso só faz mal, podendo até afetar a sua saúde, e o melhor a fazer é deixar esse sentimento de lado. Com isso, você libera o seu cérebro para pensamentos mais positivos e produtivos, dedicando também a sua energia para o que lhe faz bem. Cada caso é um caso e sabemos que é fácil falar, mas na prática é mais difícil. No entanto, não custa tentar.
Um estudo de 2000 demonstrou que perdoar parece ser melhor para as pessoas do que guardar rancor, pelo menos em termos de efeitos negativos sobre o corpo. "Quando as pessoas pensam sobre os seus infratores de forma implacável, elas tendem a experimentar emoções negativas mais fortes e maiores respostas fisiológicas de estresse", disse a líder do estudo Charlotte vanOyen Witvliet ao WebMD.
A pesquisa demonstrou que, quando essas mesmas pessoas pensam de forma mais tolerante sobre quem lhe causou algum sofrimento, elas pareciam experimentar um sentimento mais positivo, maior controle percebido e menos stress.

2 – Mentir

Quem aí tem a síndrome do Pinóquio? Acho que todo mundo tem um pouco de mentiroso, não é verdade? A mentira está presente na vida de praticamente todas as pessoas do mundo, principalmente aquelas inverdades consideradas inofensivas utilizadas até mesmo sem que a gente se dê conta.
O grande problema é quando a mentira é prejudicial e provoca sofrimento a você e outras pessoas, mina a sua credibilidade, atrapalha os seus estudos, o seu trabalho e os seus relacionamentos. Aí é um caso sério, sendo necessário corrigir essa característica.
E você sabia que existem até horários do dia em que mentimos mais? De acordo com um estudo divulgado nessa semana, os pesquisadores da Universidade de Harvard e de Utah realizaram alguns experimentos sobre mentira, traição e até roubo que mostraram que essas ocorrências eram mais altas na parte da tarde.
Segundo eles, na parte da manhã estamos mais descansados e, por isso, mais honestos. A falta de descanso faz com que haja um declínio em nosso autocontrole e na capacidade de tomar decisões, tornando a mentira um caminho mais fácil.

1 – Se fazer de vítima

“Eu não tenho dinheiro, não tenho amor, não tenho casa, ninguém curte minhas postagens no Facebook ...” Quem nunca se pegou fazendo algum drama desse tipo? Antes de qualquer coisa, não estamos tirando o direito de ninguém reclamar da vida. Mas, se você tem saúde, comida, família e um teto para se abrigar, já é um bom começo.
A receita mais infalível para acabar com o sentimento prejudicial de se fazer de vítima o tempo todo é olhar a sua volta. Há pessoas que só desejam viver, vencer uma doença, ter algo para comer ou um lugar para morar. Pode parecer piegas, mas é a realidade.
A desvantagem para corrigir esta falha de personalidade é que, geralmente, as pessoas só percebem o que está acontecendo quando já estão no fundo do poço, que ela própria acaba criando. Compreender verdadeiramente a diferença entre essas perspectivas pode mudar sua vida, mesmo que leve anos de esforço.
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