TudoSobreTudo

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Cream - White Room (Royal Albert Hall 2005)



billy paul-Me & Mr. Jones









Previna o envelhecimento precoce da pele das suas mãos



Manter os cuidados com a pele das mãos é a melhor solução para te deixar sempre em dia com a beleza e o bem-estar. Depois de alguns anos de vida, a pele começa a enrugar e ganhar machas, no caso das mãos e braços, que estão sempre expostos ao sol, são inevitáveis que envelheçam de forma precoce. E não tem jeito, para adiar essas rugas da idade, o melhor tratamento ainda é o preventivo. Para isso, fique de olho em algumas dicas básicas para se sentir sempre bonita!
Não é mito: a água faz com que o organismo funcione bem e hidrata a pele. Procure bebê-la sempre que possível. Além disso, uma alimentação balanceada também ajuda. O protetor solar é outro item indispensável. Ele previne de manchas e possíveis cânceres de pele. Deve ser passado mais de uma vez ao dia, independente do sol quente ou aquele mormaço, que só engana, mas também queima. Na bolsa, você não pode esquecer de um creme hidratante para o seu tipo de pele ou simplesmente aquele comum para as mãos. Sempre achar necessário, não hesite: use-o! Semanalmente 
Procure fazer uma esfoliação nas mãos toda semana, ou a cada quinze dias, se preferir. Uma receita simples é misturar os ingredientes abaixo:

  • 1 colher de óleo de amêndoa
  • 1 colher de sal ou açúcar cristal
  • 1 colher de creme hidratante
Massageie as mãos por vinte minutos. Perceba que a pele ficará mais “fina” e bem delicada. Finalize com o seu creme hidratante comum. Se for sair ao sol, lembre-se do protetor solar.
Consulte o seu dermatologista no mínimo uma vez ao ano para fazer o check up na pele do rosto, probleminhas e defeitos que aparecem pelo corpo. Não se esqueça de conferir se nas mãos existe alguma manchinha, qualquer coisa incomum Peça para o médico indicar um creme específico para o seu tipo de pele.
Fonte: Oficina da Moda

TED HAWKINS - SAN FRANCISCO



TED HAWKINS - SAN FRANCISCO



quinta-feira, 21 de abril de 2016

Roda Viva - Janaína Paschoal | Impeachment | 14/12/2015










Advogada lista crimes cometidos por Dilma e refuta tese de que "impeachment é golpe"



Ciclovia inaugurada em janeiro desaba no Rio, e pelo menos duas pessoas morrem


Trecho de cerca de 50 m da obra foi levado pela força das ondas em São Conrado, zona sul do Rio. Projeto de R$ 45 mi, a ciclovia Tim Maia foi saudada pelo prefeito Eduardo Paes como a 'mais bonita do mundo'

Ressaca derruba ciclovia no Rio
Ressaca arrancou trecho de cerca de 50 metros da ciclovia recém-inaugurada(Custódio Coimbra/Agência o Globo)
Dois homens morreram na manhã desta quinta-feira com o desabamento de um trecho da ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, inaugurada em janeiro, na zona sul do Rio de Janeiro, segundo o Corpo dos Bombeiros. A ciclovia, que é suspensa e corre junto ao mar, teve um pedaço de mais de 50 metros arrancado pela ressaca do mar de São Conrado.
Uma das vítimas foi identificada pelo cunhado. É Eduardo Marinho Albuquerque, de 53 anos. O outro homem tem entre 40 e 50 anos, mas ainda não foi reconhecido. Militares de dois quartéis e dos grupamentos marítimo e aéreo buscam outras possíveis vítimas.
A ciclovia custou R$ 45 milhões, tem 3,9 quilômetros, 2,5 metros de largura, vai do Leblon a São Conrado e foi inaugurada pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB-RJ) no dia 17 de janeiro, que usou um triciclo elétrico. Na ocasião, ele declarou que a obra tinha "um efeito de integração incrível, já que juntou o bairro do Leblon e São Conrado", e que tinha potencial para servir de trajeto para pessoas que utilizam bicicleta para ir trabalhar. "É a ciclovia mais bonita do mundo", disse, referindo-se à vista livre para o mar. O trecho inaugurado foi o da primeira fase do Complexo Cicloviário Tim Maia, que irá até a Barra da Tijuca.
Paes foi avisado do desabamento assim que desembarcou na Grécia, para a cerimônia de transporte da tocha olímpica, e decidiu retornar imediatamente ao Rio, como informa a coluna Radar.
A Avenida Niemeyer foi interditada nos dois sentidos, informou o Centro de Operações da Prefeitura do Rio. Os motoristas estão sendo orientados a seguir pela Autoestrada Lagoa-Barra. Técnicos da Prefeitura ainda vão avaliar se há risco de outros desabamentos na ciclovia.
(Da redação, com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

Fernanda Takai e Samuel Rosa (Skank) - Pra Curar Essa Dor (Heal The Pain)



quarta-feira, 20 de abril de 2016

OAB do Rio vai pedir ao STF a cassação de Bolsonaro


Deputado federal homenageou o torturador Carlos Brilhante Ustra ao proferir na Câmara o seu voto pelo impeachment


O deputado Jair Bolsonaro, do PP-RJ
O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ)(Janine Moraes/Agência Câmara/VEJA)
O presidente da seccional da OAB no Rio de Janeiro, Felipe Santa Cruz, afirmou nesta terça-feira que a entidade vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal e, se necessário, à Corte Interamericana de Direitos Humanos, na Costa Rica, para pedir a cassação do mandato do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). A OAB-RJ também entrará com uma representação contra o parlamentar no Conselho de Ética da Câmara.
O pedido da OAB é uma reação ao lamentável discurso de Bolsonaro ao proferir o seu voto pelo impeachment no último domingo. No microfone colocado no centro do plenário, o deputado homenageou o torturador Carlos Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi e símbolo da repressão da ditadura militar, a quem chamou de "o pavor de Dilma". O coronel reformado morreu em outubro do ano passado.
"A apologia de um parlamentar à tortura, considerada mundialmente um crime de lesa-humanidade, ao fascismo e a tudo que é antidemocrático é uma degeneração política", declarou Santa Cruz. O presidente da OAB no Rio acrescentou que um grupo de juristas já está elaborando um estudo com argumentos e processos cabíveis para pedir a cassação do mandato de Bolsonaro.
Para o presidente da OAB no Rio, há limites na imunidade parlamentar. "A imunidade é uma garantia constitucional fundamental à independência do parlamento, mas não pode servir de escudo à disseminação do ódio e do preconceito. Houve apologia a uma figura que cometeu tortura e também desrespeito à imagem da própria presidente. Além de uma falta ética, que deve ser apreciada pelo Conselho de Ética da Câmara, é preciso que o STF julgue também o crime de ódio".
(Com Estadão Conteúdo)

Discurso de Bolsonaro é 'claro derespeito aos direitos humanos', diz OAB nacional

Meu total desprezo a este infeliz!!!

Deputado prestou uma homenagem ao torturador Carlos Brilhante Ustra ao votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. OAB do Rio de Janeiro disse que vai entrar com pedido de cassação de mandato

O deputado Jair Bolsonaro, do PP-RJ
O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ)(Janine Moraes/Agência Câmara/VEJA)
O Conselho Federal da OAB afirmou nesta quarta-feira, por meio de nota, que repudia a homenagem feita pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) ao torturador Carlos Brilhante Ustra, no último domingo. A entidade avaliou que o discurso do parlamentar é um "claro desrespeito aos Direitos Humanos e ao Estado Democrático de Direito".
Ao se dizer a favor da aprovação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara, Bolsonaro dedicou seu voto "pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff". O coronel reformado, morto em outubro do ano passado, foi chefe do DOI-Codi e é símbolo da repressão da ditadura militar.
O discurso de Bolsonaro foi classificado pela OAB como uma "clara apologia a um crime ao enaltecer a figura de um notório torturador". "Não é aceitável que figuras públicas, no exercício de um poder delegado pelo povo, se utilizem da imunidade parlamentar para fazer esse tipo de manifestação num claro desrespeito aos Direitos Humanos e ao Estado Democrático de Direito", diz o texto.
A entidade também informou que o caso vai ser julgado na próxima sessão plenária, marcada para 17 de maio. Oitenta e um conselheiros federais compõem o encontro, sendo três de cada Estado e do Distrito Federal.
A nota da OAB reforça a decisão da seccional do Rio de Janeiro, que informou nesta terça-feira que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), e, se necessário, à Corte Interamericana de Direitos Humanos, para pedir a cassação do mandato de Bolsonaro. A OAB-RJ também entrará com uma representação contra o parlamentar no Conselho de Ética da Câmara.
(Da redação

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Câmara aprova processo de impeachment contra Dilma Rousseff


Resultado da votação deste domingo indica que a voz das ruas se sobrepôs à tentativa do Planalto de cooptar parlamentares em negociações conduzidas por Lula. Agora, caberá ao Senado definir se a presidente permanece no cargo

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) - 01/04/2016
A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) - 01/04/2016(Adriano Machado/Reuters)
Há um tempo para tudo debaixo do céu, e este domingo trouxe o tempo de Dilma Vana Rousseff e seu partido, o PT, se haverem com as consequências da crise econômica e política que semearam. Às 23h07, com o voto de Bruno Araújo (PSDB-PE), formou-se a maioria de 342 deputados necessária para que o processo de impeachment que tramitava na Casa siga para o Senado, onde Dilma poderá ser julgada por crime de responsabilidade - o placar final ficou em 367 votos contrários à petista e 137 contra o impeachment. Houve ainda 7 abstenções e duas faltas. A votação foi encerrada já perto da meia-noite. Quarta presidente eleita desde a Constituição de 1988, a petista agora faz dupla com Fernando Collor de Mello, que enfrentou, em 1992, o mesmo ritual de impedimento.
Chorando, Araújo proferiu seu voto já em clima de festa no plenário. "Que honra o destino meu reservou: da minha voz sairá o grito de mudança dos brasileiros". Ao terminar seu voto, o tucano saiu carregado pelos colegas de oposição. A Avenida Paulista e a Esplanada dos Ministérios também explodiram em celebrações - ao menos, é claro, o lado do muro reservado aos manifestantes pró-impeachment. Do outro, um misto de tristeza, resignação e um discurso que afirmava que "a luta não terminou". O ânimo dos manifestantes de esquerda, contudo, já parecia ter se esgotado. Nas ruas, cada voto foi acompanhado como uma decisão por pênaltis numa partida de futebol: a tensão era logo substituída pela alegria, ou raiva.
Dilma e o PT insistem em dizer que a democracia brasileira sofre um golpe, e que seu impeachment representará uma ruptura institucional. Mas a votação de hoje está imune a qualquer questionamento. O governo teve ampla oportunidade de atacar na Justiça todos os aspectos da tramitação do processo de impeachment na Câmara. Seus argumentos foram analisados pelo Supremo Tribunal Federal, acolhidos em alguns casos, rejeitados na maioria. Disso resultou um rito que já não pode ser questionado. Mais importante, o impeachment requer a maioria de dois terços do plenário da Câmara justamente para garantir que não paire nenhuma dúvida sobre uma decisão de tamanha gravidade. Cabia ao governo a tarefa mais "fácil": a de obter o apoio de 172 parlamentares. O fato de que não foi capaz de fazê-lo atesta o grau de aversão a Dilma. E não foi pouco o que ela ofereceu para cooptar parlamentares. Ou melhor: o que Lula ofereceu. O ex-presidente, um político infinitamente mais hábil que sua pupila e sucessora, transformou um hotel de Brasília em bunker anti-impeachment. Às vésperas da votação, o Diário Oficial registrava nada menos que 26 nomeações feitas como consequência do frenético loteamento de cargos promovido pelo governo. Mas nem isso bastou. Pesou mais o sentimento registrado pelas pesquisas de opinião, que mostram que mais de 60% dos brasileiros desejam que Dilma seja apeada o quanto antes de seu lugar no Planalto.
Numa analogia com o processo penal, a Câmara atua como o Ministério Público na tramitação do impeachment: observa se existem indícios de crime e oferece uma denúncia. Cabe ao Senado o papel de julgador. É lá que a denúncia é aceita ou rejeitada numa primeira comissão. Se for aceita em decisão referendada pelo plenário, Dilma tem de se afastar do cargo e o mérito da acusação deve ser avaliado em até 180 dias. Para que perca o mandato em definitivo, é preciso que 54 dos 81 senadores julguem que ela é culpada de crime de responsabilidade - mais uma vez, uma maioria de dois terços. Dilma, obviamente, repetiu reiteradas vezes que não cometeu crime algum. Mas o relatório do deputado Jovair Arantes, defendendo o contrário, é uma peça poderosa. Pedaladas fiscais e outros atentados à ordem orçamentária da República - os crimes de que Dilma é acusada - não representam, nas palavras de Arantes, "atos de menor gravidade ou mero tecnicismo contábil". Eles são, pelo contrário, "gravíssimos e sistemáticos atentados à Constituição Federal, em diversos princípios estruturantes do Estado de Direito, mais precisamente a separação de Poderes, o controle parlamentar das finanças públicas, a responsabilidade e equilíbrio fiscal, o planejamento e a transparência das contas do governo, a boa gestão do dinheiro público e o respeito às leis orçamentárias e à probidade administrativa."
Se a presidente sofrer impeachment por crimes orçamentários, a mensagem será poderosa. A noção de que os governantes não recebem carta branca para realizar seus planos de governo a qualquer custo, quando ganham uma eleição, talvez fique inscrita com fogo na ordem pública brasileira. Mas o fato é que o embasamento jurídico é apenas um requisito do processo de impeachment. Esse processo, na essência, é político. E no campo da política, Dilma se autoinfligiu todos os danos. A corrosão de seu capital começou na campanha de 2014, quando ela mentiu aos eleitores sobre a necessidade de consertos na economia. Seu segundo mandato começou com ajustes de tarifas que ela prometera não fazer e um aumento da inflação que ela jurou que não viria. Mês a mês a economia foi se mostrando mais frágil - e em paralelo caíam os índices de aprovação de Dilma. Somem-se a crise economica e o declinio de seu prestígio à incapacidade da presidente e de seus assessores mais próximos de fazer com habilidade o jogo da articulação política, e estão dadas as condições objetivas para o desastre.
A presidente não soube, em particular, lidar com o PMDB, e acabou transformando seu principal sócio na coalizão governista em um ninho de inimigos figadais - o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o vice-presidente Michel Temer, à frente. O fato de que muitos peemedebistas são alvos graúdos da Operação Lava Jato - Cunha em particular - em nada desculpa os erros de Dilma, nem elimina o fato de que, para governar, ela precisava saber manter sob controle o PMDB, ou substituí-lo em sua base. Dilma não soube fazer nenhuma das duas coisas. Na verdade, suas tentativas inábeis de fortalecer legendas como o PSD em detrimento do PMDB só fizeram acirrar os ânimos. Nem mesmo o apoio do partido de Gilberto Kassab, até outro dia ministro das Cidades, ela conseguiu na votação do impeachment: a maioria dos parlamentares do PSD votou pelo seguimento do processo neste domingo.
Do outro lado, estava um vice que circula pelo Congresso com particular habilidade. E soube aproveitar a tendência anti-Dilma. Michel Temer adiantou os vetores de seu mandato num áudio espalhado pouco antes da votação pela continuidade do processo na comissão do impeachment, na última segunda-feira. Proposital ou não, o vazamento pode ter detido um ou outro "indeciso", pronto a ser seduzido pelas ofertas de cargos que o governo fazia a granel.
A partir desta segunda-feira, serão 31 dias até que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) agende a data para a resolução do processo que pode encerrar antecipadamente o governo Dilma - e a era dos governos petistas. Em Brasília, existe a máxima de que a Câmara é a voz do povo, pois expressa os votos de todos os rincões. Mas é o Senado da República quem ditará os dias futuros.

domingo, 17 de abril de 2016

'Golpe foi ocultar o rombo', afirma Miguel Reale Júnior


"Dilma é corrupta", diz jurista que é um dos autores do pedido de impeachment da presidente
O jurista Miguel Reale Júnior, que ao lado de Hélio Bicudo protocolou o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que é a base da comissão de impeachment (Foto: Reprodução/Facebook)










Uns dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o jurista Miguel Reale Jr., ex-ministro da Justiça de Fernando Henrique Cardozo, diz nesta entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que a presidente pode não ter se beneficiado pessoalmente, mas foi corrupta. "Corrupto também (é) aquele que deixou de ter responsabilidade na condução da coisa pública visando ao interesse eleitoral." O jurista também acusa Dilma de usar a Advocacia-Geral da União em causa própria e rebate os argumentos do ministro-chefe da AGU, José Eduardo Cardozo.
A defesa do governo diz que não há provas de que a presidente tenha participado diretamente de crime de responsabilidade.
Ela participou diretamente. A responsabilidade pela condução das finanças é sempre do chefe do Executivo. Esses fatos que são atribuídos a ela estão previstos no Código Penal, no artigo 359, na Lei de Responsabilidade, a Lei 1.079, do impeachment, itens do artigo 10 e 11. Ela tinha encontros quase diários com o mentor das pedaladas, o (ex-secretário do Tesouro) Arno Augustin. Era unha e carne com ele. Dilma tinha conhecimento direto da irresponsabilidade de aplicar o populismo fiscal eleitoral.
Não houve provas de que Dilma tenha sido beneficiada pessoalmente. Mesmo assim acha que ela é corrupta?
É corrupta. Corrupto também é aquele que deixou de ter responsabilidade na condução da coisa pública visando ao interesse eleitoral. O que é mais grave para a população em geral: que o (senador e ex-presidente Fernando) Collor tenha se apropriado de um valor de cruzeiros na época ou que ela tenha destruído a economia brasileira? Isso feito graças ao simulacro das pedaladas.
Como avaliou a defesa do governo apresentada pela AGU?
O ministro Cardozo atua como advogado da denunciada, e não em nome da Advocacia-Geral da União. Ele incorre em vários equívocos graves. Repete sempre que há um golpe. Então há um golpe da Ordem dos Advogados do Brasil? Há um golpe de cinco milhões de pessoas que foram às ruas no Brasil três vezes este ano? Há um golpe dos deputados que votaram a admissibilidade do relatório na comissão? Tudo é golpe. Golpe houve quando se estabeleceu que havia um superávit primário e, na verdade, havia um rombo que foi ocultado de forma artificial.
Os governistas questionaram o rito do impeachment e tentaram barrar o processo no STF. O que achou dessa decisão?
É o desespero diante da confirmação de que o impeachment já conta com mais de 342 votos. O PC do B quis discutir firulas e perdeu. O Eduardo Cunha resolveu seguir a regra explícita sobre o regimento: votação alternada e vazia. O STF foi utilizado indevidamente para impedirem a apreciação no plenário da Câmara. Quais as semelhanças e diferenças do processo de impeachment do Collor em 1992 e o atual? Não havia corrupção sistêmica. A corrupção se limitava ao grupo íntimo dele. Aquilo foi bisonho. O PC Farias ficou encarregado de administrar os contratos. Ele extorquia e colocava esse dinheiro em cinco contas falsas, que eram geridas por sua secretaria. Era primitivo. Não havia toda essa engenharia financeira que foi criada pelo PT.
A aposta do PSDB até o fim do ano passado era a cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE. Como prevê que esse tema será tratado se ocorrer o impeachment?
Dilma deve ser julgada pelo TSE em 2017, com recursos do Supremo. Isso será decidido em 2018, praticamente no processo eleitoral. Ou seja: praticamente vai perder objeto. O mandato do Temer estará terminando. É um processo muito lento. Isso vai depender de um grande acordo para que não existam mais turbulências políticas graves para o presidente. Ele pede que suas contas sejam consideradas em separado das de Dilma.
Foi um erro então o PSDB ter insistido nessa tese?
Mais do que os senadores, os deputados quiseram o impeachment, mas não podiam deixar de entrar com a ação eleitoral ainda em 2014. Essa demora muito grande do TSE é prejudicial.
Se Temer for presidente, na ausência dele quem assume é Cunha. Isso não lhe preocupa?
Não é obrigatório que haja vice-presidente. Em viagens de até 15 dias não é obrigatório que se passe a Presidência ao vice. O presidente pode manter o exercício da Presidência mesmo fora do País, ainda mais hoje com todos os meios de comunicação que existem.
Torce para que Cunha seja punido no Conselho de Ética?
Não acompanho o Conselho de Ética, mas ele tem problemas sérios com processos criminais que tramitam no STF. Nunca torci para ninguém ser punido. Eu torço para o Palmeiras.
Que avaliação faz do processo que culmina neste domingo?
A sociedade entrou em cheio na política. Está defendendo o respeito à coisa pública e honestidade. Espero que isso se reflita na conduta da população no cotidiano. Que se respeite a faixa de pedestre, não se fure a fila. Que a valorização da honestidade se insira no cotidiano. Não há uma luta de classes nas ruas. Pessoas humildes estavam nas ruas do Brasil. Houve um processo de amadurecimento político da população brasileira.
Por que os partidos políticos e entidades sociais não conseguiram liderar as manifestações, como ocorreu em 1992?
Houve um afastamento efetivo dos partidos junto à população. O sistema eleitoral levou a esse distanciamento. Houve um monopólio de comunicação do PT junto à população. Há uma crise de representação em todas as democracias. Existe esse fator novo das redes sociais mobilizando a população.
A oposição falhou?
A oposição foi muito omissa e inoperante. O PSDB não só se inclui nisso, como é o principal inoperante. No mensalão o PSDB foi especialmente inoperante. Os líderes na Câmara e Senado são muito atuantes, mas o partido e seus governadores são muito tímidos. Algumas lideranças ficaram muito recolhidas.
Quais?
Não vou citar nomes, mas todos conhecem. Ficaram sempre à espera para saber o que seria mais elegante fazer. Ser líder é saber enfrentar as dificuldades com determinação.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

"Golpe seria crime de responsabilidade sem punição", diz ex-ministro do STF


Juristas e opositores criticaram o mandado de segurança da AGU impetrado no Supremo, dizendo que a Câmara respeitou defesa de Dilma e que não há brecha para processo recuar

Sessão da comissão especial encarregada de analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados - 22/03/2016
Sessão da comissão especial encarregada de analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados - 22/03/2016(Marcelo Camargo/Câmara dos Deputados)
A oposição realizou nesta quinta-feira um ato pró-impeachment com juristas na Câmara dos Deputados, em Brasília. Estrela do encontro, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, tietado por parlamentares, rebateu a tese do governo Dilma Rousseff: "Golpe seria crime de responsabilidade sem punição". Ele também afirmou que a comissão especial do impeachment respeitou o direito de defesa da presidente, ao contrário do que argumenta a Advocacia-Geral da União em mandado de segurança ao STF. "Não estamos fora da legalidade, ao contrário. Queríamos deixar expresso num testemunho que falar que impeachment é golpe não tem o menor sentido. Dizer que violar a Lei de Responsabilidade Fiscal não é crime é outra questão que não podemos compreender", disse o ex-ministro. "Senhores deputados, estejam certos de que estão no caminho da legalidade."
O ex-ministro lembrou que no passado, as pedaladas fiscais, levaram os bancos públicos estaduais a quebrar. Ele disse que as pedaladas e a edição de decretos não numerados "constituem grave crime de responsabilidade".
Velloso afirmou que acompanhou a tramitação da denúncia contra a presidente na comissão especial e que "o direito de defesa foi religiosamente assegurado".
O professor da PUC-SP Marcelo Guedes Nunes afirmou que há "uma profusão de argumentos jurídicos" na denúncia pelo impeachment. O advogado tributarista Hamilton Dias de Souza afirmou que o governo comete "crimes comuns", além dos de responsabilidade descritos na denúncia. Ao criticar as barganhas por cargos públicos no governo federal e disse que quem está intermediando os acordos pode ser acusado de tráfico de influência e corrupção.
O deputado Mendonça Filho (DEM-PE) afirmou a Câmara cumpriu rigorosamente o rito estabelecido pelo Supremo ao analisar a denúncia contra Dilma. "Não há brecha para se questionar qualquer etapa dos procedimentos adotados. É o velho esperneio, o 'jus sperniandi' que ele tem direito de fazer. Se ele quiser, além do STF, recorrer ao papa, ao Vaticano, ele também poderá fazer. Mas não tem espaço para fazer com que esse processo recue", disse o democrata.
Para o deputado, o fato de o ministro José Eduardo Cardozo (AGU) impetrar o recurso antes da votação de domingo, e depois de partidos da base como PSD, PMDB e PP decidirem apoiar o impeachment, mostra que o governo percebeu a derrota. "Mostra claramente que eles perderam o jogo aqui dentro do Congresso e vão apelar sempre. O parlamento vai aprovar com folga o impedimento da presidente Dilma."

segunda-feira, 11 de abril de 2016

"GOLPE QUEM DEU FOI A SENHORA" - De Ary Fontoura para Dilma Rousseff.





ary
Homenageado no Domingão do Faustão por seus 60 anos de carreira, Ary Fontourarecebeu elogios de artistas da Globo e comentou cenas de novelas em que participou. Mas o momento que mais chamou a atenção das redes sociais, na noite de domingo (10), foi a forte crítica que o ator de 83 anos fez, ao vivo, à presidente Dilma Rousseff.
O desabafo teve início quando Ary afirmou que se sentia feliz ao ver, nas ruas, os brasileiros comentando sobre política. “Dizem que é o país do futebol, o país do carnaval. Mas o que percebo é as pessoas falando sobre o país, discutindo o futuro do Brasil”, afirmou.
Logo depois, o depoimento focou no processo de impeachment da presidente. “Esta será uma semana muito importante porque haverá a votação do impeachment e, por consequência, um julgamento. Muitos falam em golpe, até mesmo a presidente. Mas a senhora está empregando a palavra errada. Golpe quem deu foi a senhora, quando prometeu uma série de coisas para os seus eleitores e não cumpriu”, afirmou. 

Ary Fontoura faz desabafo contra Dilma no “Domingão do Faustão”

ary
Homenageado no Domingão do Faustão por seus 60 anos de carreira, Ary Fontourarecebeu elogios de artistas da Globo e comentou cenas de novelas em que participou. Mas o momento que mais chamou a atenção das redes sociais, na noite de domingo (10), foi a forte crítica que o ator de 83 anos fez, ao vivo, à presidente Dilma Rousseff.
O desabafo teve início quando Ary afirmou que se sentia feliz ao ver, nas ruas, os brasileiros comentando sobre política. “Dizem que é o país do futebol, o país do carnaval. Mas o que percebo é as pessoas falando sobre o país, discutindo o futuro do Brasil”, afirmou.
Logo depois, o depoimento focou no processo de impeachment da presidente. “Esta será uma semana muito importante porque haverá a votação do impeachment e, por consequência, um julgamento. Muitos falam em golpe, até mesmo a presidente. Mas a senhora está empregando a palavra errada. Golpe quem deu foi a senhora, quando prometeu uma série de coisas para os seus eleitores e não cumpriu”, afirmou. Assista:

domingo, 10 de abril de 2016

FÓRMULA EXTRA FORTE PARA ALISAR OS CABELOS EM CASA

FÓRMULA EXTRA FORTE PARA ALISAR OS CABELOS EM CASA
O tratamento caseiro com leite e maisena é indicado para todos os tipos de cabelos. Essa é uma maneira totalmente natural de hidratá-lo e deixa-lo maisbonito.

Modo de Preparo:

Misture o leite com a maisena em um recipiente, leve ao fogo e mexa bem ate desgrudar do fundo da panela, terminado coloque em um recipiente plástico adicione a ampola de semi-di-lino e aplique nos cabelos secos e deixe agir por 20 min, enxágue, se preferir enxágue primeiramente com condicionador, pois depois de passar a mistura seus cabelos vão ficar muito duro, logo após de passar o condicionador para facilitar em tirar a mistura lave normalmente com shampoo.
Seus cabelos vão ficar com o aspecto liso, super hidratado e com brilho.

Ingredientes

10 mandamentos para prolongar a vida


Os russos e os turcos tem uma esperança média de vida de 67 anos. Os nigerianos e somalis, cerca de 47. Os europeus ocidentais cerca de 73 anos. Um grupo internacional de médicos, psicólogos e nutricionistas elaboraram 10 “mandamentos”, com os quais podemos prolongar a nossa vida e fazer dela mais saudável.
Não comer demasiado
Em vez de 2.500 calorias, tome só 1.500. Dessa forma estará dando menos trabalho às células, mas mantendo-as em actividade. As células renovam-se mais rápido, e o organismo torna-se mais resistente a doenças. Tente o equilíbrio: não coma nem muito e nem pouco.
O menu tem de ser compatível com a idade
As rugazinhas aparecem nas mulheres de 35 anos um pouco mais tarde se comerem fígados e mancaras (?). Para pessoas com mais de 40 anos será útil beta-caroteno(?). Depois dos 50 anos o cálcio concentra-se em menos quantidade nos ossos. (…) Para idades superiores a 40 anos é necessário selénio, (…) que permite aliviar o stress. Depois dos 50 anos, é aconselhável comer mais peixe, defendendo assim o coração e vasos sanguíneos.
Tente encontrar um trabalho apropriado
O trabalho ajuda a ficar mais jovem, como dizem os franceses. Quem não trabalha, parece 5 anos mais velho do aquele que trabalha. Algumas profissões ajudam a preservar a nossa juventude. Por exemplo a profissão de maestro, filósofo, pintor e padre.
Arranje um(a) companheiro(a) para a vida
O amor e o carinho são o melhor remédio contra o envelhecimento. Fazendo sexo duas vezes por semana (só!), a pessoa tem a aparência dum jovem de 14 anos. No momento do acto sexual, o organismo produz endorfinas, que são designadas como as hormonas da felicidade. E esta proporciona o fortalecimento do nosso sistema imunitário.
Ter o seu próprio ponto de vista
Uma pessoa consciente tem menos hipóteses de cair em depressão, do que uma pessoa passiva.
Pratique desporto
Mesmo praticando só 8 minutos de desporto por dia prolonga a vida. Durante o movimento liberta-se hormonas de crescimento, processo que termina aos 30 anos de idade.
Dormir num quarto fresco
Quem dorme num quarto de 17 ou 18 graus centígrados de temperatura, tem uma juventude prolongada. A razão é que, a troca de matérias no nosso corpo (?) e manifestação de nossas capacidades depende também da temperatura que nos rodeia.
Exceda-se!
De tempos a tempos exceda-se. Às vezes contrarie qualquer recomendação que se refira a uma vida saudável, coma algo apetecível. Ou se lhe agradou muito um vestido, uma bolsa ou uns sapatos, não é aconselhável nessa hora fazer economia.
Não guarde rancores
Quem é fechado e não se abre com ninguém, (…) é mais vulnerável a doenças, como tumores. De acordo com o resultado de testes internacionais, 64% dos interrogados, sofrem de cancro, por causa desse comportamento. (!)
Faça exercícios mentais.
De vez em quando decifre palavras cruzadas, participe em jogos colectivos que exijam capacidades mentais, estude línguas estrangeiras. Faça contas de cabeça. Forçando a cabeça a trabalhar, tardamos o processo da degradação da capacidade intelectual, ao mesmo tempo que activamos o coração, os sistemas circulatório e nervoso.
O que é preciso mesmo é levar a vida com optimismo e gozar cada dia como se fosse o último! Ou quase…

Technorati : 
Del.icio.us : 
Ice Rocket : 

sexta-feira, 8 de abril de 2016

A bala de prata do Tríplex

Laudo comprova que a ex-primeira-dama Marisa Letícia assinou acordo de compra da cobertura da família Lula no Guarujá

Pedro Marcondes de Moura
Desde que surgiram as suspeitas de ocultação de patrimônio, a família do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nega que seja proprietária do tríplex no Guarujá. A cada nova prova, lança uma versão. E foram muitas tentativas para se livrar de investigações e denúncias de crimes, como lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Procuradores federais dizem que, nas próximas semanas, poderão usar o que chamam de “bala de prata do caso tríplex.” Até lá ficará pronta a perícia da proposta de adesão firmada pela ex-primeira-dama Marisa Letícia com a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop), em abril de 2005, para aquisição de uma unidade no Condomínio Mar Cantábrico, renomeado Solaris. O documento foi apreendido na 22ª fase da Operação Lava Jato em busca e apreensão na entidade. Chamou a atenção dos investigadores o fato de o acordo de compra do imóvel estar rasurado no campo que indica o número da unidade. Em primeiro plano, lê-se 141 como o apartamento em que a família Lula investiu. Só que é possível ver que a inserção do número ocorreu em cima de outro: o 174. Era esta a identificação da cobertura que a família Lula nega ser dona. O apartamento foi renumerado depois para 164 por mudanças na planta. Há ainda outro rabisco no papel que tenta esconder a palavra tríplex. Os investigadores solicitaram uma perícia para evitar recursos da defesa. Na prática, a manipulação não deixa margens a dúvidas de que a ex-primeira-dama chegou a optar pelo tríplex.
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A pedido de ISTOÉ, o perito Ricardo Molina examinou o documento. No laudo, ele atesta que o número 141 foi escrito em cima de outro. “(A análise) não deixa dúvidas de que o número existente antes da rasura era 174”, afirma. Outros riscos no documento complicam a família Lula. “Trata-se de uma cobertura com garranchos não legíveis, ou seja, meros rabiscos cuja aparente intenção seria apenas de cobrir a escrita original. Apesar da intensidade dos rabiscos sobrepostos, fica evidente que a escrita original era a palavra “tríplex”. As letras “t”, “r”, “i” e “x” estão bem definidas. Ora, não existe qualquer outra palavra na língua portuguesa, que não seja “tríplex”, que combine esse conjunto de letra”, atesta. Para Molina, a análise do documento mostra que as alterações foram realizadas para mascarar propositalmente os escritos que se encontravam embaixo.
Para os investigadores, a rasura do termo de adesão comprova delito digno de pena de quatro anos de reclusão a quem tiver realizado e justifica até prisão preventiva. Eles acreditam que integrantes da Bancoop, cooperativa ligada ao PT, tentaram alterar a prova. Desde o começo, o ex-presidente evitou dizer que seu apartamento possuía um número. Afirmava que tinha apenas uma cota do empreendimento. Desmentido por depoimentos e entrevistas de proprietários em reportagem publicada por ISTOÉ em janeiro, o instituto que leva o nome de Lula lançou a nota “Os documentos do Guarujá: desmontando a farsa”, em que declarou que o apartamento escolhido era o 141. Mesmo assim, não mostrou proposta de adesão do imóvel assinado. Mas por que, então, adulterar e não sumir com o documento ou fazer um novo? Se o termo sumisse, as suspeitas se ampliariam, já que a Bancoop mantém a documentação de outros imóveis. Criar outro seria arriscado.“Tratando-se de documento com número de série e já impregnado com visíveis marcas do tempo, uma falsificação recente deixaria marcas muito evidentes”, afirma o perito Molina. Na casa do ex-presidente Lula, a Polícia Federal apreendeu um termo de adesão em branco do tríplex.
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É DELA 
Apesar de negar, ex-primeira-dama Marisa Leticia assinou termo para adquirir o tríplex
Como ISTOÉ mostrou na última edição, a decisão da Justiça paulista de enviar a denúncia sobre o caso tríplex do Ministério Público paulista para a Justiça Federal do Paraná trouxe o compartilhamento de provas robustas. Os promotores pediram a prisão do ex-presidente, entre outros, pelos crimes de lavagem de dinheiro e de falsidade ideológica. Os depoimentos colhidos pelo Ministério Público indicam que a Bancoop alterou a numeração dos apartamentos para que a cobertura do tríplex tivesse vista para o mar. Confirmam que Lula visitou o apartamento. A ex-primeira também acompanhou as reformas de mais de R$ 700 mil pagas pela OAS do imóvel que diz nunca ter sido dela.
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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Acordar cedo é equivalente a ser torturado, diz estudo

Talvez eu seja uma exceção, porque não tenho problema em acordar bem cedo, mas, pra muita gente, isso é um pesadelo insuportável.
Se você faz parte dessa turma, fique sabendo que temos uma notícia bombástica: acordar cedo demais não é tão bom como nossos pais, professores e chefes pensam. Pelo contrário, pode fazer mal.
Segundo o pesquisador Dr. Paul Kelley, da Universidade de Oxford, forçar as pessoas a trabalharem e estudarem antes das 10 horas da manhã é equivalente à tortura, podendo causar doenças, estresse e exaustão.
Uma pesquisa, publicada no Nuffield Department of Clinical Neurosciences, afirma que antes dos 55 anos, o ritmo no dia a dia dos humanos é iniciado às 10h, então trabalhar ou estudar a partir das 9h pode causar grande ameaça ao humor e saúde mental.
A pesquisa realizada indica que crianças e adolescentes não estarão totalmente prontos para o aprendizado se acordarem antes das 8h30, com uma mudança de horário elas poderiam elevar seus resultados em cerca de 10%.
Isto se aplica também para prisões e hospitais. Eles acordam e dão comida para o pessoal, mesmo se eles não quiserem. Isso os deixa mais “dóceis” porque, devido ao sono, estão totalmente fora de si. A privação do sono é uma tortura, afirmou Dr. Kelley.
E para as pessoas que costumam dormir tarde e acordar cedo, a pesquisa afirma que para o nosso cérebro é basicamente como se estivéssemos bêbados. Dr. Kelley acredita que esse seja um dos maiores motivos da nossa sociedade atualmente ser tão estressada.
Segundo o especialista, é necessário fazer uma mudança global nos horários de trabalho e estudo, ajudando a sincronizar nossos relógios biológicos da forma “correta”. Bom dia!